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sábado, 25 de junho de 2011

da minha experiência vertiginosa - «eu declaro morte ao sol»


a minha experiência vertiginosa teve como consequências o agudizar da sensibilidade perante focos de luz (inclui pc, lâmpadas, luzes dos carros à noite e o próprio sol) e o zumbido (acufeno).
após visita a outro otorrino, tive oportunidade de perceber como foi em vão a realização dos exames aos ouvidos, cujos relatórios se resumem à expressão «a integrar em contexto clínico». nesses relatórios repete-se a palavra «normal». ou seja, não acusam nada. nem mesmo a «lesão» que ficou no ouvido e que se traduz pelo zumbido constante, 24 sobre 24 horas. para que percebam do que estou a falar, sugiro a leitura deste artigo.
se incomoda? sim, muito. está sempre presente, mas é mais notório no momento em que me preparo para dormir. às vezes demoro mais tempo a conseguir «ignorar» este som para poder efectivamente descansar. mas, até ver, consigo dormir.
agora segue-se a visita a neurologia: estas questões estão também relacionadas com a circulação, com colesterol, com a espessura do sangue e como há «heranças» nesse sentido, vamos lá ouvir o que a xô tora tem para me dizer.
preparo-me para nova aventura no mundo das agulhas, para ver se este zumbido (que estava a desaparecer e foi altamente reavivado com a realização dos exames) acalma.

os óculos da fotografia são a minha solução alternativa para poder trabalhar. o meu posto de trabalho não recebe qualquer luz natural e o monitor do pc está relativamente próximo dos meus olhos (sim, já diminui a intensidade da luz). o que não ajuda nada são os programas, com fundos brancos, que não são muito friendly.
cá por casa, o posto de comando principal tem agora um posto secundário, onde há luz natural e um candeeiro muito bem localizado para poder estudar e trabalhar à noite.

por tudo isto, este ano haverá pouca praia. porque há por lá sol a mais. sim, eu declaro morte ao sol!



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