os textos aqui apresentados são redigidos em desacordo com o Acordo Ortográfico #AO90







quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

para lá das duas toneladas e meia de #coisasboas


no Lidl de Loures fez-se magia. sobretudo com estórias como ESTA que a Soph conta no seu blog. 

"Foi Deus que me fez levantar da cama e vir aqui comprar pão a esta hora... para poder ajudar os que mais precisam."


foi um domingo de cruzamentos: partilhei esta aventura com a Sofia e a Natália e com a mãe de mê filhe, a Xana. e foi assim para lá de positivo conhecer a Maria e o Pedro e todos os outros voluntários que por lá passaram. gente com coração a bater lá dentro!
reunimos mais de duas toneladas e meia de #coisasboas para quem mais precisa. OBRIGADA a todos pelo vosso contributo em tempos tão difíceis.

Novidades de Angola

A @mormadalena é ‘ssoa que emigrou para Luanda. Desafio, começar do zero. Fazer o que gosta. Ela lá anda, com os contentores em riste e a fazer tudo por tudo para a loja abrir a tempo e horas. 

A MorEmigrante está numa cadeia de produtos alimentares [notem bem, não sei peru-menores, porque o essencial é saber se a moça está bem] e brindou-me [ui o que ela gosta de brindes] com esta sms:

conversa do director com um miúdo: «quando tiveres fome vais ao refeitório e pedes uma marmita, não abras latas de comida para cão».

resposta do miúdo: «não tirei comida de gente porque pensei que assim não fazia mal.»

é toda um outro mundo, mas ao menos ali, naquela empresa, faz-se a diferença, alimentando quem lá trabalha.

Esta sms vai direitinha para as categorias #realidadediferente #madalenayougogirl

domingo, 27 de novembro de 2011

Regra de vida nº 14

Nunca sair de casa sem o JPGaultier.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Amanhecer com palmas


o filme é renhonhó. tudo demora uma eternidade a acontecer (ok, eu sei que a eternidade é uma cena que assiste lá aos vampiros, mas eu sou uma mera mortal, ok?). e o pormenor de haver palmas pelo meio e no final (sim, as 'ssoas, toda uma sala cheia no cinema a bater palmas) é uma cena que não me assiste.
mas pronto. o Jacob continua giro que dói. vejam.


(Tânia, ihuuuuuuuuuuuu. isto é que era para a nossa vida, hein?) 

partanteS. eu até vou ver a segunda parte, daqui a um ano, quando estrear. nem que seja pelo facto de ir sempre em BOA companhia. e sim, as bandas sonoras destes filmes são sempre assim uma coisa fantástica.

um Natal que será mais Natal


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

um dia conto-vos uma história, que começou assim.

fotografia de João Paca
Desta vez não vou querer saber. Se está tudo bem, se não está. Se tens tido insónias ou se andas de bom humor. É-me indiferente. Tiveste a tua oportunidade para fazer disto um momento daqueles que se guarda na gaveta do inesquecível e improvável. E deitaste tudo a perder. É uma pena, sim, uma pena, é todo um lamento. E não me importo que rias de insanidade ou grites de dor. Se calhar até prefiro que grites. Tendo em conta esta distância que nos afasta, não me importo que grites. Até prefiro. E grita, de tal forma que o teu grito me pareça um sussurro. De tal forma que eu não te consiga esquecer. Porque tu mereces um lugar na gaveta do inesquecível e improvável. Quem diria.
Sempre gostei de te ouvir sussurrar.

#8 arriscar. viver.

a fotografia é do Paulo Henriques

Regra de vida nº 33


A partir dos 30, o colagénio deve fazer parte do teu vocabulário.

nós vamos alimentar esta ideia


gente boa (nota: inclui miúdas giras) no LIDL de Loures, 
nos próximos dias 26 e 27 de Novembro
apareçam por lá!

(gosto muito de «arrastar» as 'nhas 'ssoas para estas coisas. ai gosto!)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Team Coletinho de Lã ou Team Camisolinha Interior

Há um momento que não faz parte dos compêndios (nem sequer do Borda d’Água) e que dita o início do Inverno. A maioria de nós pode nem se aperceber disso, mas ele acontece e é momento de inauguração oficial pelos lares do nosso Portugal. A par da colocação do Pai Natal ou do Menino Jesus na varanda, pode mesmo afirmar-se que é um momento altamente esperado por quem o pratica.

De um lado, a Team Coletinho de Lã. Ai ai ai coitadinho de mim eu tenho frio e não sei como colmatar a falta. E lá pega ele naquele casaco-sem-mangas que é o colete de lã e que (Freud explicaria isto, certamente) serve para substituir coisas que não se tem, coisas que confortam a alma e que fazem com que muitos de nós não usem o coletinho. Coisas que às vezes envolvem encontros com pinguins. 

No outro lado, a Team Camisolinha Interior. E a alegria que é partilhar com o mundo que já se tirou a camisolinha da gaveta, hum? Um momento altamente termotebe, altamente anos 90 (?) e que aguarda pela chegada do frio para ter lugar. Também aqui, existe falta de qualquer coisa, mas é uma coisa mais existencial, certamente, daí a camisola pegada ao corpo.

Mais para fora ou mais para dentro, os adeptos destas TEAM pautam-se por uma postura de inquirição perante a vida dos outros: como é que é possível que os outros sobrevivam sem o coletinho ou a camisolinha e, ainda assim, convivam com pinguins? Hum? Como é que eles suportam o frio? E ficam sem resposta e com ar de cachorrinho abandonado nº 33, embrulham-se nos coletinhos e nas camisolinhas à espera que o mundo lhes sorria, sem nunca dar o 1º passo que é sorrir primeiro. 

mais loucura, menos prozac

fotografia do Mário Tavares

«“Júlio de Matos” partilha connosco um desabafo que faz muito sentido nos dias de hoje: o dia-a-dia de um homem desempregado, sozinho, que aguarda ansiosamente que o telefone toque para ter alguém com quem falar. Até lá, vai falando sozinho. E que atire a primeira pedra quem nunca fez o mesmo.»

para ler AQUI. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

#9 coisas que nem sempre se podem dizer

sim. o Bernardo anda a sair com o Rui e o Joaquim.
e depois?

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

roubei. à descarada, sim?

"As razões não são simples e são demasiado íntimas. Não tenho de dá-las. Talvez seja necessário ser eu, estar no meu lugar e ter o meu nome para entendê-las por completo. Essa é a natureza da pele. Para nós próprios, a pele é aquilo que nos protege, a fronteira entre a nossa presença e o mundo físico, o aparelho sensível que capta a percepção daquilo com que interagimos. Para os outros, essa mesma pele é a nossa superfície, a aparência. E, já sabes, a aparência é tão enganadora, a superfície é tão superficial.
Também é comum admirarem-se com o carácter definitivo das tatuagens, perguntarem-me se não tenho medo de me arrepender. Sorrio. Emociono-me com a inocência daqueles que não percebem que tudo é definitivo e deixa marcas. Eu escrevo livros. Sei que tudo é definitivo e nada é eterno.
Sim, dói fazer piercings e tatuagens. Não, não são uma picadinha e não, não são umas cócegas. Para quê fazê-lo? Já respondi, cada um terá as suas próprias razões. São individuais e ninguém devia sentir-se ameaçado por elas.
(...)
Em casa, tomo banho. A água morna na minha pele. Deslizo as mãos pelo meu corpo. É meu. Estou dentro dele."
excerto do texto, "Debaixo da roupa, estamos todos nus - in "Abraço"
de José Luis Peixoto
 
(obrigada Madalena


sábado, 19 de novembro de 2011

já fazes parte deste «exército» de potenciais heróis?


Para ser dador de medula óssea é necessário preencher os seguintes requisitos:


- Ter entre 18 e 45 anos;
- Ter, no mínimo, 50 kg;
- Ser saudável;
- Nunca ter recebido uma transfusão de sangue.

Lembra-te que o transplante de medula óssea é, para muitos doentes, a única esperança de vida.

AQUI podes consultar as datas e locais das Brigadas do CEDACE

na categoria das coisas que me realizam...

fotografia de Sofia Cartaxo

...surge a filosofia e tudo aquilo que posso fazer com ela. isso tem implicado experimentar toda uma série de coisas novas, acompanhada por verdadeiros «idiotas». foram dois dias em verdadeiro modo Linda-de-Suza-e-a-sua-mala-de-cartão a correr de escola em escola, para o ginásio, com uma última paragem no Palácio dos Sonhos - a sede oficial DaCozinha. dias de partilha, de chapéu verde, de chapéu vermelho e de tantos outros (até de chapéu para a chuva).
pelo meio tropecei em pessoas fantásticas, cruzei os meus mundos, criei outros. e enchi o coração de coisas. e, como dizem os meninos do CookieMundo, o coração, quando está cheio, bate mais depressa e aí precisa da ajuda da cabeça. 

(e agora o que me dava mesmo jeito era que o mundo suspendesse o espaço e o tempo,
só para eu descansar e digerir tanta coisa)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

@ work

entra um senhor: ah e tal sou da X$%%## e  venho para resolver um problema do servidor
e eu: mas o problema já está resolvido
e ele: a senhora está a falar a sério?
e eu: não, claro que não. são 11h da manhã e estou no pico do meu humor

(tenho cara de rapariga pequena e ninguém me leva a sério...) 

o senhor fez o que tinha a fazer e enviou-me o relatório para eu imprimir e rubricar. ao que ele escreveu eu acrescentei (a verde):


«QUANDO CHEGUEI AO #$%$#$  FUI INFORMADO PELA JOANA SOUSA QUE O PROBLEMA ESTAVA RESOLVIDO  (duvidei, pois não me pareceu pessoa de confiança) ANALIZEI O SERVIDOR FIZ CONTACTO COM #$$$%%&667//%$$  QUE CONFIRMOU O BOM FUNCIONAMENTO DO SERVIDOR»

 (o senhor não precisava de gritar nos relatórios, né? e analiSar... analiSar...) 


chorar e secar | no Teatro Turim

fotografia via Rua de Baixo 

«“Chorar e Secar” é uma peça sobre a dor. As dores de todos nós. E todos nós temos dores, ainda que as sintamos de forma diferente. O texto de Villas-Boas evoca essa semelhança e diferença, num cenário circunstancial de encontro entre duas mulheres. Mulheres decorativas, mulheres antagónicas, mulheres que procuram, mulheres que se acomodam. Mulheres que usam a máscara para fora e para dentro, vivendo a ilusão e a auto-ilusão, como quem se maquilha à pressa, para não chegar tarde àquele encontro.»

mais um trabalho para a Rua de Baixo, que podem ler AQUI.
com o valor acrescentado de ter tido a oportunidade de conversar com a encenadora Raquel Dias

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

#7 arriscar. viver.


em forma de brinde à pIquena ali do fundo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

webzine Muro #8


«A Muro #8 é um convite à acção. A Muro é um sinal de acção. Porque acreditamos que vale a pena caminhar, mesmo que nesse caminho encontremos muros. Podemos deitá-los abaixo, saltar por cima deles, pintá-los: a opção é nossa. 
E que nunca nos faltem as opções, ou, melhor dizendo, a capacidade para as ver.»
 
Para ler AQUI 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

é só um momento que a malta Jah Vai


jantarinho bom como a gente CA sabe fazer. conversê com direito a agulha e crochet. e muito #bebeamigabebe


viajámos até zanziBAR, onde os níveis de 'midade nos ensoparam a alma com reggae e um «legaliza, meu brada» daqueles que fazem comichão no nariz. 


regressámos entre prantos, risos e partilhas. coisas de miúdas, ok? you'll never get it.

domingo, 13 de novembro de 2011

#twittfrancesinha. 25 'ssoas à mesa e muita insanidade


o chef Joe Best cozinhou francesinhas esquisitas para duas convidadas especiais.


 eis o interior de uma francesinha «normal». capaz de engravidar qualquer 'ssoa.


 (na categoria das fotos que não se podem publicar, aqui está... não sei muito bem o quê... enfim, a seguiiiir)


e a Kooka também esteve presente, a enfeirar bué. aproveitem para comprar agora as prendas para o Natal. a Kooka é 'ssoa que tem o estaminé aberto no facebook (AQUI!) e de vez em quando passa no Palácio dos Sonhos, para espalhar magia e receber encomendas.

este iBento teve carimbo óbvio DaCozinha.

sábado, 12 de novembro de 2011

50/50




Adam reciclava e tudo. Mas o cancro bateu-lhe à porta. E como é que se lida com isso? Quais são as hipóteses? Como contar aos amigos, aos pais? Como partilhar a dor com quem já a conhece? Como acordar todos os dias, cansado de estar doente?
50/50 é um filme com muitas perguntas. Está na categoria dos «filmes para pensar». E tem uma excelente banda sonora.

A não perder.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

dar uma força à CAuSA

fotografia de Carlos Mareco


gosto do cinema S. Jorge. espaço muito catita. depois a ideia de juntar uma mão cheia de bons artistas para apoiar uma boa causa... é uma cena que nos assiste. e lá fomos nós. sim, Dead Combo é maningue do bom, o Pedro Abrunhosa está como o vinho do Porto, os Pinto Ferreira (na foto) são muito boa onda... e o Sr. Tigerman, deuses. muNta classe. 

esta noite vai direitinha para a gaveta das #coisasboas. por muitas razões. 


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Overlappings | Museu da Electricidade

«
Quem se lembra das arcas que eram utilizadas pelos nossos avós para guardar, entre outros, o enxoval? E que eram tão úteis para transportar coisas, em momentos de mudança? Overlappings apresenta-nos seis ateliers de arquitectura «religiosamente» guardados em arcas, que já viajaram de Londres para Milão, Barcelona, Loulé e agora permanecem em Lisboa. Esta é uma exposição itinerante e verdadeiramente portátil.
Seis arcas, seis ateliers, seis capítulos de um mesmo livro em que se expõe a arquitectura portuguesa do agora. Como é que se pensa uma exposição a seis? Ricardo Carvalho responde-nos, lembrando que a arquitectura é, por si, uma actividade partilhada e que exige uma equipa em torno de um projecto. «Os sete arquitectos aqui presentes usufruem de um conhecimento mútuo e de uma proximidade pessoal que facilitou este trabalho, para além da cumplicidade conceptual em torno da arquitectura». E nesta exposição encontramos um espaço de representação da arquitectura, sob seis formas diferentes. Os visitantes são, assim, convidados a ver a representação daquilo que existe algures por aí e que foi concebido pelos sete arquitectos. A ver e a reflectir, pois a arquitectura surge da reflexão permanente sobre o colectivo; é pensada e construída para o colectivo.»


o artigo pode ser lido, na íntegra, AQUI [e é o meu 1º artigo sobre arquitectura, com direito a uma belíssima conversa com o arquitecto Ricardo Carvalho e ao re-encontro com o Mário Tavares]

fotografias do Mário Tavares, para ver na Rua de Baixo

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

esqueci-me de vos contar que fiz uma descoberta do melhor aqui há uns tempos


um 2 em 1. dead combo e mazgani. MA RA VI LHA. ainda por cima em Sintra, no Olga Cadaval (sala que adoro maningue). a Lisboa Mulata é assim uma coisa fantástica. e o Mazgani parece ter 2,5mt em palco.
aconselho. não percam estes pIquenos ao vivo.
e se conseguirem resgatar duas beijocas ao Mazgani (como eu fiz) é do melhor MESMO.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

#6 arriscar. viver.

duetos improváveis.

ALL togheter now anda aí na boca do povo. E este dueto é verdadeiramente fantástico. já este diverte-me para caramba.

Obrigada Fab Four (you know I love you) 

domingo, 6 de novembro de 2011

mais uma corrida sempre mulher. e o Tony, ai o Tony


gente com BOAS energias. e um mar cor de rosa, ali mesmo à beira do Tejo. 


obrigada, oh sol, por teres aparecido.

suspiros


a minha vida é um intervalo entre um berro e um suspiro

assim também eu!


Simão Rubim é um sinal de empreendedorismo e de combate à crise: Nós Mesmos - Invenções Teatrais surge como uma lufada de ar fresco no panorama teatral nacional. A peça (ou melhor o uorqueshuope) Assim Também Eu! é um hino ao improviso e à criatividade. A peça exige participação do público (faz-me lembrar uma peça que vi em Maputo) e é divertida. Conheçam mais AQUI.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

o mundo a seus pés

e é toda uma mensagem de esperança, beleza, simplicidade e beleza. AQUI.

o meu 1º tofone móvel


uma preciosidade. lembro-me que foi «caro», foi um investimento da mamãe Sabel para que os seus filhos estivessem contactáveis. 1998? 1999? qualquer coisa do género. estava bloqueado à Optimus e ainda mantenho o mesmo número.
foi dos primeiros tofones móveis a ter capas coloridas para trocar. supé fashion.

um tesourinho encontrado nas arrumações cá de casa.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

isto não é um filme | estreia a 3 de Novembro



«Micky é o cão da vizinha do segundo andar, do prédio de Pahani, cuja presença se revela insuportável. De tal forma, que ninguém quer tomar conta dele, nem que seja por apenas dois minutos. Conhecemos Micky no documentário de Pahani que nos revela alguns momentos da vida do realizador, enquanto aguarda a resposta ao recurso da sentença que o condenou a seis anos de prisão e a vinte anos de proibição de filmar ou escrever argumentos.
Nesse documentário, Pahani conta-nos a história de uma pequena actriz, Mina, que a meio de um momento de representação grita: “eu já não estou a representar”. Mina está a ser filmada num autocarro e exige que este pare e que a porta seja aberta para sair. “Isto não é um filme” é o momento em que Pahani, tal como Mina, faz parar a cena, ao tornar a sua prisão domiciliária num momento de criação daquilo que não pode existir: um filme realizado por si. O governo iraniano esquece-se que nem sempre aquilo que pode existir coincide com aquilo que existe. Pahani cria uma brecha de existência entre o que pode ser e aquilo que é, dando vida à contradição de liberdade que se respira entre quatro paredes.
Voltemos a Micky. O cão que representa aquilo que é não devia ser. É o regime que amarra os seus cidadãos e os impede de criar, criticar e ser. Micky é um cão irritante que ninguém suporta, mas que todos conhecem. É um cão a que alguns fazem frente. Como Pahani e Mirtahmasb.»

leia o resto do artigo AQUI
[o meu 1º artigo sobre cinema | Rua de Baixo]

terça-feira, 1 de novembro de 2011

é toda uma perspectiva de progressão na carreira

professor de sânscrito: então, como é q andam lá coisas nos bancos? o bpn...

     aluna (adivinhem quem, vá!): ai não sei de nada. eu qdo saio da porta para fora esqueço aquele mundo. Aliás, qdo saio de lá venho estudar sânscrito, para ver se progrido na carreira

Safira

conheci a história da Safira na revista Visão. no domingo passado a SIC fez da luta dos seus pais pelo direito a um tratamento alternativo o tema da Grande Reportagem.

o que fica? a ideia de que hoje a informação está em todo o lado e os médicos não podem considerar-se os donos da verdade. os médicos podem ser questionados. e têm que ter abertura suficiente para esse confronto. a medicina convencional é convencional porque alguém convencionou que assim fosse ponto final. não é A resposta. não é DONA das respostas. há demasiados interesses. as farmacêuticas. a pressão.

«Joana, o teu pâncreas produz insulina a mais, digamos assim. é um problema inverso ao dos diabéticos. e a diabetes, sim, traz dinheiro à indústria, para casos como o teu não há resposta química porque não compensa o esforço.»

e o caso daquela rapariga que ganhou uma esclerosa múltipla à conta de uma vacina contra a hepatite B. sim são raros os casos, mas então a raridade aconteceu. e como é que a medicina convencional reage? pronto, aconteceu.


«Joana, como se tem sentido? Ah Dr, desde que comecei a fazer acupunctura as vertigens diminuiram. Ah sim, dizia ele, a acupunctura é bom para relaxar. Não Dr, eu entrei na clínica de acupunctura agarrada às paredes e saí de lá, no 1º tratamento, sem necessidade disso.»

conheço inúmeros casos em que as medicinas alternativas funcionam. talvez porque são feitas a pensar num dado indivíduo e não num conjunto de pessoas sem rosto. talvez não, isso faz TODA a diferença. e sim, o estilo de vida dos pais da Safira tem muita influência na forma como encararam a doença e procuraram outras soluções.

fui acompanhando a Grande Reportagem SIC no twitter. impressionei-me com alguns comentários. que os pais seriam loucos, que aquilo era esoterismo new age, que foi um capricho... mas eu só consegui ver ali uma família lúcida, feliz, consciente e que tomou uma decisão difícil, em nome da Safira.


fotografia retirada do site da SIC